terça-feira, junho 29, 2010

efeito.

Hoje nao sou nada,
nem mesmo humana.
Sou apenas uma alma 
perdida dentre turbilhoes sonoros.
Resto do Post

Na mente, no tempo, veneno.

'E como se o tempo me disesse,
venha, volte, voce sabe o que foi,
agora tente consertar!

Ah! que doce convite.
Doce lobo, o tempo,
que endiabrado nunca apaga meus erros.
Aquilo 'e apenas uma ilusao.
O que fiz, esta feito.

Nao sei se adiantaria,
nao sei se me arrependo.
Sei do tempo agora,
deste que vivo, insegura.

E quanto ao tempo que vira,
esse o veneno da vida entregara.
Concisa e respeitosa.

Resto do Post

Proudon.



A tua falsa prudencia me leva a derradeiras afeicoes.
Olhe pela janela, veja a tarde sileciosa
e a doce danca do tempo.
Ve como meus olhos aparecem
para ti em meio a inanicao?
E ainda queres negar o meu toque...

Olhe para ti mulher,
sinto sua pele em meus lencois.
Sinto minha mao te intimidando,
e insistente a te velar.

Nao foi tu que vieste ate mim?
Agora aguente minha
tenra face a te perseguir.
Pois vai embora quando eu quiser,
e as manchas vermelhas do meu batom ainda manchara suas costas.
e minhas musicas embalara seus sonhos.

Minhas facetas, meu frances,
minha libertinagem, prosmicuidade,
sentira saudades.
Invente qualquer desculpa e
deite mais uma vez aqui,
Sentindo meu Eau, meu furor.