sexta-feira, maio 18, 2012

verdade


Não tenho mais nada seu.
Noites, ou conversas.
Desfizeram-se .
Lágrimas, ou danças.
Indiferença.
Sem profundidade,
Sem voz ou brilho.
Olho e vejo sumindo
Qualquer  marca minha.
Mas eu não quero,
Reluto.
Luto sozinha.
Não deixo ir.

Resto do Post

Em uma noite cheia de memórias frágeis meu corpo quente espera pelo seus braços ociosos.


Desnecessária sua hostilidade,
Profundo sarcasmo inquietante que transforma qualquer brilho em nada.
Um profundo e silencioso nada,
Que prende nossa respiração e desfaz meus sentidos.
Erga seu orgulho do chão,
E o transforme em perfeita audácia.
Inconstante e barata.
Aonde eu acho sua coragem?
Pois perdeu-se no escuro olhar covarde que não enfrenta
e nem desdenha mais minhas intenções.

Resto do Post

segunda-feira, maio 14, 2012


Cada palavra ,
são sinceridades desnecessárias.
Cada pedaço seu,
se perde ou se esconde atrás do
grande céu nublado que é sua alma.
Me transforma diante de seus olhos desfocados,
e reprime cada arrepio meu.
Como se coubesse a mim
o fardo da representação perfeita de nós dois.

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