seco.
me encurtam as palavras.
me encurtam a vida.
me prorrogam o fio.
mesmo gasto.
mesmo curto.
mesmo querendo romper.
se deliciam.
se contorcem.
se rasgam as memorias,
nao tem com o que se preocuparem.
nao tem como me encurralarem
nao tem como me abrigarem.
me volta a queda.
me quebram.
me arrastam.
se voltarem novamente.
se quiserem voltar.
se...
sábado, março 27, 2010
Benevolencia.
Nao que ele quisesse ser algo
ele nao queria ser nada.
gostava de tudo,
do vermelho,
complacente paixoes.
Gostava de mim,
mais do que dele,
e eu gostava dele,
mais do que do meu
febril coracao.
Ele olhava o nada,
e recitava Whitman.
Eu o contemplava e
nao dizia nada.
Por mais que as noites nos afastassem,
eu corria atras dele.
Dentre tudo que me impunham,
ou o vacuo que me negavam.
Eu ainda correrei atras dele,
mesmo que os ventos me arrastem contra a
tua infiel alma que me jurou
a sanidade.
ele nao queria ser nada.
gostava de tudo,
do vermelho,
complacente paixoes.
Gostava de mim,
mais do que dele,
e eu gostava dele,
mais do que do meu
febril coracao.
Ele olhava o nada,
e recitava Whitman.
Eu o contemplava e
nao dizia nada.
Por mais que as noites nos afastassem,
eu corria atras dele.
Dentre tudo que me impunham,
ou o vacuo que me negavam.
Eu ainda correrei atras dele,
mesmo que os ventos me arrastem contra a
tua infiel alma que me jurou
a sanidade.
quinta-feira, março 25, 2010
20:28
Nao que eu quisesse saber o que a vida me reserva,
mas so para ter certeza que encontraria algo em que me apoiar.
Ver no nada a sensacao de ter o novo, de novo.
Olhar o tranquilo, sem querer calmaria.
Mas nada no momento de incerteza doi mais
do que o breu, os frangalhos do corpo
ardendo em fronte monumentos de desvarios.
Chega em mim depois o que tenho que dizer agora.
mas so para ter certeza que encontraria algo em que me apoiar.
Ver no nada a sensacao de ter o novo, de novo.
Olhar o tranquilo, sem querer calmaria.
Mas nada no momento de incerteza doi mais
do que o breu, os frangalhos do corpo
ardendo em fronte monumentos de desvarios.
Chega em mim depois o que tenho que dizer agora.
quinta-feira, março 18, 2010
Café na rua Monteiro III
Agora faz cena os nossos corpos,
faz o que todos os corpos almejam
uma doce danca carnal,
distantes o bastante,
e se distanciando ainda mais.
faz o que todos os corpos almejam
uma doce danca carnal,
distantes o bastante,
e se distanciando ainda mais.
Café na rua Monteiro II
'E facil discernir
o acontecimento momentaneo.
O quanto queria que nos enlaçasse
o doce aroma dessa tarde.
o acontecimento momentaneo.
O quanto queria que nos enlaçasse
o doce aroma dessa tarde.
Café na rua Monteiro I
Agora 'e hora
de voce virar para mim,
vendo a Fumaça na xicara,
e o argumento voltando para ti.
Agora faz parte
entrelacar as maos,
vendo pela janela do Café
o quao tarde esta ficando os nossos olhares.
de voce virar para mim,
vendo a Fumaça na xicara,
e o argumento voltando para ti.
Agora faz parte
entrelacar as maos,
vendo pela janela do Café
o quao tarde esta ficando os nossos olhares.
terça-feira, março 09, 2010
Smell.
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