quinta-feira, março 25, 2010

20:28

Nao que eu quisesse saber o que a vida me reserva,
mas so para ter certeza que encontraria algo em que me apoiar.
Ver no nada a sensacao de ter o novo, de novo.
Olhar o tranquilo, sem querer calmaria.

Mas nada no momento de incerteza doi mais
do que o breu, os frangalhos do corpo
ardendo em fronte monumentos de desvarios.

Chega em mim depois o que tenho que dizer agora.