Eu ria, e como ria!
Das imensas orgias
que tijolo nenhum conseguia barrar.
Ria, ria, ria...
Das danças vazias,
classicas folias de bebum,
bacana e bohemia.
Corriam meus ouvidos junto
com as passadas alegres,
urros ardentes.
Levitavamos com o ópio.
E da-lhe risadas.
Da- lhe lágrimas que escorriam.
Não havia noite que não testemunhasse,
seios, pernas, lombos que se arquejavam,
enquanto a decência dormia.