Envenenada por mim mesma,
me esqueço e caio em contradição.
Repenso histórias mal contadas,
conversas mal resolvidas e desejos reprimidos.
Tinha me esquecido de sua complexidade.
Seus choros noturnos e sua falta de palavras.
Seu olhar perdido, o balanço frenético afirmando.
Contemplando.
Volto me censurando,
me pego quente, sonhando.
Aquele seu olhar não tem mais brilho pra mim.
Não me tornei outra, apenas sinto mais.
Esse sentir não foi você quem me deu,
mas me possui com força.
Foi você quem me ensinou,
foi você quem descobriu.
E é você quem me prende quieta,
submissa a insatisfação.
me esqueço e caio em contradição.
Repenso histórias mal contadas,
conversas mal resolvidas e desejos reprimidos.
Tinha me esquecido de sua complexidade.
Seus choros noturnos e sua falta de palavras.
Seu olhar perdido, o balanço frenético afirmando.
Contemplando.
Volto me censurando,
me pego quente, sonhando.
Aquele seu olhar não tem mais brilho pra mim.
Não me tornei outra, apenas sinto mais.
Esse sentir não foi você quem me deu,
mas me possui com força.
Foi você quem me ensinou,
foi você quem descobriu.
E é você quem me prende quieta,
submissa a insatisfação.