Conseguir de mim uma só noite sem te esperar,
e tão inexistente quanto qualquer rastro de alegria que me sonda os dias.
Se ao mesmo tempo nunca está tão perto de mim o dia de você chegar,
está mais longe ainda a hora que te deixarei partir.
Meço as palavras, retomo as atitudes, faço de tudo para você ficar,
ao mesmo tempo me vem a raiva traiçoeira que te pede para ir.
Se no embaraço do seu olhar eu consigo me enxergar,
meus dias são uma grande espera para te ver sorrir.
Sento e contemplo a vida, seus fins e meios,
descubro qualquer ferida do seu passado que quero curar.
Seus sonhos, quero que sejam meus, e mais os risos e receios.
Não sei quando se é o bastante a subjetividade desse meu amar.
Não sei quanto mais aguento a atmosfera solitária que ronda e me dói lembrar,
da distância que me afasta e as noites que aproximam.
Dos meses que passaram, os dos dias que esperam.
Sua voz embaralhada, sussurrando em minha alma
me espremendo em compaixão.
Suas palavras que me aliviam, me despertam e ensinam.
A paciência que te constrói, que me engole e me dominam,
creio que não preciso de mais nada.
Meu vício, droga, veneno e madrugada
é te ver, te sentir, te guardar em distância.
Reviver e viver nossa vida, noites e danças,
em silêncio mútuo.
e tão inexistente quanto qualquer rastro de alegria que me sonda os dias.
Se ao mesmo tempo nunca está tão perto de mim o dia de você chegar,
está mais longe ainda a hora que te deixarei partir.
Meço as palavras, retomo as atitudes, faço de tudo para você ficar,
ao mesmo tempo me vem a raiva traiçoeira que te pede para ir.
Se no embaraço do seu olhar eu consigo me enxergar,
meus dias são uma grande espera para te ver sorrir.
Sento e contemplo a vida, seus fins e meios,
descubro qualquer ferida do seu passado que quero curar.
Seus sonhos, quero que sejam meus, e mais os risos e receios.
Não sei quando se é o bastante a subjetividade desse meu amar.
Não sei quanto mais aguento a atmosfera solitária que ronda e me dói lembrar,
da distância que me afasta e as noites que aproximam.
Dos meses que passaram, os dos dias que esperam.
Sua voz embaralhada, sussurrando em minha alma
me espremendo em compaixão.
Suas palavras que me aliviam, me despertam e ensinam.
A paciência que te constrói, que me engole e me dominam,
creio que não preciso de mais nada.
Meu vício, droga, veneno e madrugada
é te ver, te sentir, te guardar em distância.
Reviver e viver nossa vida, noites e danças,
em silêncio mútuo.