Seja minha memória, meu mundo.
O medo que realiza todos os mortais.
O querer sobreviver em meio ânsias e obstinações.
Seja minha alma idolatrada.
O papel que suja sob minha pena.
As lágrimas secas no olhar ansiado.
A mão a erguer,pedir socorro.
Uma voz bradando por companhia.
Pés descalços que cruza os pensamentos.
A última jogada,esperança recobrada.
Meu coração reformando após a partida.
A prece em desespero,
o olhar ao céu ofuscado.
Meu amparo,meu perdão mau colocado.
Um exercito,um morticínio.
A paz em meio as cinzas dos sentimentos ilíquidos.