Com a vela próxima ao peito
e as mãos ardentes: Acorde Maria, acorde!
Não se feche mais uma vez em seus sonhos,
na dielética de seus pensamentos.
Estude as metaforas,
o requinte das experiancias,
e para isso preciso que acorde.
Desperte seus olhos castanhos
agora nesse quarto de dormir.
E me segure a mão para irmos,
irmos atrás dos homens sórdidos.