E o que mais vale nesse momento é o perdão que pedi para a noite.
E o que mais me maltrata é o seu silêncio...
Arrependida ou não, fiquei vagando com minha ansia pelo vazio da resposta.
Não, não ficarei triste por muito tempo.
Reconstituição, amarga reparação e tenra precipitação.
sábado, setembro 25, 2010
quinta-feira, setembro 23, 2010
Além da razão.
As chibatadas de sua lingua
me marcou mais uma vez.
Me surrou a face, que
arde queimando.
Os lábios que me maltrataram
agora beija as marcas que me deixou.
Suavizando a dor.
Lambendo o ódio.
Nem abro mais os olhos,
não sofro mais com a frieza.
Se me odeia agora,
me amará depois.
Rasgo suas palavras arrependidas
quando me
entram pelos ouvidos.
Se me enobrecem agora,
me açoitará depois.
Não tem fim esse meu desabafo,
e se paciência não me falta com as estrofes
paciência falta com esse corpo meu,
que adormece mais uma vez
no colo do seu ciúme doentio.
me marcou mais uma vez.
Me surrou a face, que
arde queimando.
Os lábios que me maltrataram
agora beija as marcas que me deixou.
Suavizando a dor.
Lambendo o ódio.
Nem abro mais os olhos,
não sofro mais com a frieza.
Se me odeia agora,
me amará depois.
Rasgo suas palavras arrependidas
quando me
entram pelos ouvidos.
Se me enobrecem agora,
me açoitará depois.
Não tem fim esse meu desabafo,
e se paciência não me falta com as estrofes
paciência falta com esse corpo meu,
que adormece mais uma vez
no colo do seu ciúme doentio.
Resto do Post
sábado, setembro 18, 2010
Para rir dos austeros tempos.
Como era louco em sua obediencia silenciosa...
louco e mudo como o riacho morto
da velha casa.
De goverananta a ratazanas,
tremia por tudo.
Só rastejava contente,
chorando e soluçando eternamente
rimas ricas de Rimbaud.
Demente, mas nem tanto.
Faltante de pecados e ironias.
Puro de olhares
mas não reconhecia a paixão.
Sua complexidade alimenta
psicanálise.
E seus tortuosos sorrisos
gargalhavam das nuvens.
Libertaria as nuvens um dia
da prisão do céu da vigilancia das
estrelas, sempre atentas
e austeras.
E quem o libertaria?
Libertar de que?
Para qual realidade e insignificancia?
louco e mudo como o riacho morto
da velha casa.
De goverananta a ratazanas,
tremia por tudo.
Só rastejava contente,
chorando e soluçando eternamente
rimas ricas de Rimbaud.
Demente, mas nem tanto.
Faltante de pecados e ironias.
Puro de olhares
mas não reconhecia a paixão.
Sua complexidade alimenta
psicanálise.
E seus tortuosos sorrisos
gargalhavam das nuvens.
Libertaria as nuvens um dia
da prisão do céu da vigilancia das
estrelas, sempre atentas
e austeras.
E quem o libertaria?
Libertar de que?
Para qual realidade e insignificancia?
Resto do Post
sexta-feira, setembro 17, 2010
Culpa do vento noturno ultrapassado.
São meia noite,
e Bandeira do meu lado.
Não é esquizofrenia
e nem pânico.
Não é o sistema,
nem a fome.
O relogio me deprime,
e voltando meus olhos
para os sonetos
declamo aquele
que menos me agrada :
"A estrela e o Anjo"
sabe dos meus
segredos... é só olhar para o céu.
Clamarei meus desejos para você.
Não faz parte do tempo chuvoso,
e nem Romantismo idealizado.
Só humanidades.
Úmidas humanidades.
Tiro meu chapéu para vocês, fiéis da noite.
Pois o "Impossivel carinho"
ainda assombra os meus lençois.
E dolorida me corto com visões
e a fadiga rompe o meu tato.
Entorpecida...
demorada...
"O último poema"
e Bandeira do meu lado.
Não é esquizofrenia
e nem pânico.
Não é o sistema,
nem a fome.
O relogio me deprime,
e voltando meus olhos
para os sonetos
declamo aquele
que menos me agrada :
"A estrela e o Anjo"
sabe dos meus
segredos... é só olhar para o céu.
Clamarei meus desejos para você.
Não faz parte do tempo chuvoso,
e nem Romantismo idealizado.
Só humanidades.
Úmidas humanidades.
Tiro meu chapéu para vocês, fiéis da noite.
Pois o "Impossivel carinho"
ainda assombra os meus lençois.
E dolorida me corto com visões
e a fadiga rompe o meu tato.
Entorpecida...
demorada...
"O último poema"
sexta-feira, setembro 10, 2010
submissão III
E ele se arrastou,
se arrastou até os cotovelos sangrarem.
E os doces olhos de piedade o queria de volta,
mas os mereceriam aquele ser?
Que se arrastasse mais um pouco,
até se despir totalmente daquela carcaça
de imprudecia moral
e possessão odiosa,
mas teria como não aceita - lo de volta?
Resto do Post
Edificio Master / Maria do céu
Eu ria, e como ria!
Das imensas orgias
que tijolo nenhum conseguia barrar.
Ria, ria, ria...
Das danças vazias,
classicas folias de bebum,
bacana e bohemia.
Corriam meus ouvidos junto
com as passadas alegres,
urros ardentes.
Levitavamos com o ópio.
E da-lhe risadas.
Da- lhe lágrimas que escorriam.
Não havia noite que não testemunhasse,
seios, pernas, lombos que se arquejavam,
enquanto a decência dormia.
Resto do Post
sábado, setembro 04, 2010
Submissão II
Tive o despeito de o encarar.
Onde estava sua coragem?
Perdeu - a em um poço qualquer
de sutilezas e miragens.
Embrumeceu seus olhos,
e aguas,
vidradas de
rancor escorreram.
Não era hora de o abraçar.
Resto do Post
submissão
Ah! que satisfação sadica era te-la.
Não era dele, mas ele era dela.
E cada lágrima que escorria em seu rosto,
ele beijava e a confortava com sua presença.
Não era dele, mas ele era dela.
E cada lágrima que escorria em seu rosto,
ele beijava e a confortava com sua presença.
Resto do Post
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