Não quero que amargue,
com o peso da realidade que já te desequilibra.
Que condena todos nós e evita os brilhos dos dias.
Não quero que chore pelo que já foi,
que se esconda em tristes rancores.
Rancores que anuviam,
escurecem a alma e espirito daqueles que gostam de viver.
Que cegam e maltratam seus olhos,
aqueles olhos brandos que buscam sempre sorrir
mas que agora o pesar enturva.
Busque na noite, atrás das cortinas
os desvarios noturno dos sonhadores.
Veja em estrelas, luzes de postes
ou em luas minguantes o céu da vida que te aguarda.
E quando talvez a lua cheia voltar,
e o clarão da noite ultrapassar as venezianas
o frio que lhe percorre o corpo será ameno.
Algo em algum lugar me assopra a certeza de que estamos novamente próximos.
Algo em alguma esquina me diz que um dia serão novamente dois.
com o peso da realidade que já te desequilibra.
Que condena todos nós e evita os brilhos dos dias.
Não quero que chore pelo que já foi,
que se esconda em tristes rancores.
Rancores que anuviam,
escurecem a alma e espirito daqueles que gostam de viver.
Que cegam e maltratam seus olhos,
aqueles olhos brandos que buscam sempre sorrir
mas que agora o pesar enturva.
Busque na noite, atrás das cortinas
os desvarios noturno dos sonhadores.
Veja em estrelas, luzes de postes
ou em luas minguantes o céu da vida que te aguarda.
E quando talvez a lua cheia voltar,
e o clarão da noite ultrapassar as venezianas
o frio que lhe percorre o corpo será ameno.
Algo em algum lugar me assopra a certeza de que estamos novamente próximos.
Algo em alguma esquina me diz que um dia serão novamente dois.